20 de novembro – Dia Internacional dos Direitos da Criança

 “ O Direito a Ser Feliz”

Mais um ano, mais uma celebração dos Direitos das Crianças.
Com a simplicidade que os novos tempos exigem, as docentes de educação especial não quiseram deixar passar em “branco “ este dia  tão simbólico para todas as crianças do Mundo. Assim, os alunos do 2.º CEB, da Escola Básica José Malhoa, Mariana Venâncio, 5.º A, e António de Jesus, 6.º B, em conjunto com alguns alunos do 6.º A, deram “asas” à sua criatividade e imaginação, elaborando um estendal (com aplicação de técnicas mistas) alusivo aos direitos internacionais da criança, que se encontra exposto no hall de entrada do edifício principal. Deste modo, pretenderam relembrar a toda a comunidade educativa os valores que devem alicerçar o crescimento e a vida de todas as crianças do Mundo. Na escola secundária, os alunos do 3º CEB, David do 8º B, Sílvia do 9º B e os alunos do secundário, João do 10º B e Leandro do 11º B, fizeram singelos, mas bonitos ramos de alfazema que apanharam no jardim da escola, fazendo-os acompanhar por um cartão por eles elaborado/ ilustrado e que  apelava ao Direito das Crianças serem Felizes. Posteriormente,  estes ramos  foram  oferecidos a cada uma das salas dos jardins de infância do  nosso agrupamento de escolas para aromatizar e alegrar o dia.
Neste contexto, recordamos a Declaração dos Direitos da Criança, assinada a 20 de novembro de 1959, que é uma carta, adaptada da Declaração Universal dos Direitos Humanos, e que estabelece os direitos e liberdades atribuídos às crianças, com o propósito de lhes proporcionar o bem-estar e uma infância feliz e segura. Deste modo, os governos de todos os países que assinaram esta carta são obrigados a fazer leis de forma a garantir o respeito por estes direitos.
Quarenta anos depois desta Declaração, uma série de países assinaram um outro documento, Convenção sobre os Direitos das Crianças que alarga os direitos das crianças referindo que as crianças (todas as pessoas com menos de 18 anos) devem ser ouvidas em assuntos que lhe dizem diretamente respeito, nomeadamente em tribunal. Acrescenta, também, que as crianças têm o direito de exprimirem livremente a sua opinião e de estarem informadas.
No entanto,  e  infelizmente, passados mais de sessenta anos da Declaração dos Direitos da Criança ,o  bem-estar, uma infância feliz e segura, ainda, é ”invisível” em muitos países.

As docentes,
Ana Luísa Bessa
Ana Maria Valente
Ana Paula Guiomar
Paula Arnauth
Maria Madalena
Zelinda Henriques
A assistente Operacional afeta ao CAA,
Leonor Coelho